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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

TEORIA DAS JANELAS PARTIDAS


TEORIA DAS JANELAS PARTIDAS

Em 1969, na Universidade de Stanford (EUA), o Prof. Phillip Zimbardo realizou uma experiência de psicologia social. Deixou duas viaturas abandonadas na via pública, duas viaturas idênticas, da mesma marca, modelo e até cor. Uma deixou em Bronx, na altura uma zona pobre e conflituosa de Nova York e a outra em Palo Alto, uma zona rica e tranquila da Califórnia. 
Duas viaturas idênticas abandonadas, dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em psicologia social estudando as condutas das pessoas em cada local.

Resultou que a viatura abandonada em Bronx começou a ser vandalizada em poucas horas. Perdeu as rodas, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram. Contrariamente, a viatura abandonada em Palo Alto manteve-se intacta.

É comum atribuir à pobreza as causas de delito.
Atribuição em que coincidem as posições ideológicas mais conservadoras, (da direita e da esquerda). Contudo, a experiência em questão não terminou aí. Quando a viatura abandonada em Bronx já estava desfeita e a de Palo Alto estava há uma semana impecável, os investigadores partiram um vidro do automóvel de Palo Alto.

O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o de Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado que o do bairro pobre. 
Por quê que o vidro partido na viatura abandonada num bairro supostamente seguro, é capaz de disparar todo um processo delituoso?
Não se trata de pobreza. Evidentemente é algo que tem que ver com a psicologia humana e com as relações sociais.

Um vidro partido numa viatura abandonada transmite uma ideia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação que vai quebrar os códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras, como o "vale tudo". Cada novo ataque que a viatura sofre reafirma e multiplica essa ideia, até que a escalada de atos cada vez piores, se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.

Em experiências posteriores (James Q. Wilson e George Kelling), desenvolveram a 'Teoria das Janelas Partidas', a mesma que de um ponto de vista criminalístico conclui que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujeira, a desordem e o maltrato são maiores.
Se se parte um vidro de uma janela de um edifício e ninguém o repara, muito rapidamente estarão partidos todos os demais. Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito.

Se se cometem 'pequenas faltas' (estacionar em lugar proibido, exceder o limite de velocidade ou passar-se um semáforo vermelho) e as mesmas não são sancionadas, então começam as faltas maiores e logo delitos cada vez mais graves. Se se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior violência quando estas pessoas forem adultas.

Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são progressivamente abandonados pela maioria das pessoas (que deixa de sair das suas casas por temor a criminalidade) , estes mesmos espaços abandonados pelas pessoas são progressivamente ocupados pelos delinquentes.

A Teoria das Janelas Partidas foi aplicada pela primeira vez em meados da década de 80 no metrô de Nova York, o qual se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas transgressões: graffitis deteriorando o lugar, sujeira das estacões, alcoolismo entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens. Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno conseguiu-se fazer do metrô um lugar seguro.

Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Partidas e na experiência do metrô, impulsionou uma política de 'Tolerância Zero'.
A estratégia consistia em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às normas de convivência urbana. O resultado prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York.

A expressão 'Tolerância Zero' soa a uma espécie de solução autoritária e repressiva, mas o seu conceito principal é muito mais a prevenção e promoção de condições sociais de segurança. Não se trata de linchar o delinquente, nem da prepotência da polícia, de fato, a respeito dos abusos de autoridade deve também aplicar-se a tolerância zero.

Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito. Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana.

Essa é uma teoria interessante e pode ser comprovada em nossa vida diária, seja
em nosso bairro, na vila ou condominio onde vivemos, não só em cidades grandes. 
A tolerância zero colocou Nova York na lista das cidades seguras. 

Esta teoria pode também explicar o que acontece aqui no Brasil com corrupção, impunidade, amoralidade, criminalidade, vandalismo, etc. 
Pense nisso!

(Via Edith Agnes Schultz)
TEORIA DAS JANELAS PARTIDAS

Em 1969, na Universidade de Stanford (EUA), o Prof. Phillip Zimbardo realizou uma experiência de psicologia social. Deixou duas viaturas abandonadas na via pública, duas viaturas idênticas, da mesma marca, modelo e até cor. Uma deixou em Bronx, na altura uma zona pobre e conflituosa de Nova York e a outra em Palo Alto, uma zona rica e tranquila da Califórnia.
Duas viaturas idênticas abandonadas, dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em psicologia social estudando as condutas das pessoas em cada local.

Resultou que a viatura abandonada em Bronx começou a ser vandalizada em poucas horas. Perdeu as rodas, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram. Contrariamente, a viatura abandonada em Palo Alto manteve-se intacta.

É comum atribuir à pobreza as causas de delito.
Atribuição em que coincidem as posições ideológicas mais conservadoras, (da direita e da esquerda). Contudo, a experiência em questão não terminou aí. Quando a viatura abandonada em Bronx já estava desfeita e a de Palo Alto estava há uma semana impecável, os investigadores partiram um vidro do automóvel de Palo Alto.

O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o de Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado que o do bairro pobre.
Por quê que o vidro partido na viatura abandonada num bairro supostamente seguro, é capaz de disparar todo um processo delituoso?
Não se trata de pobreza. Evidentemente é algo que tem que ver com a psicologia humana e com as relações sociais.

Um vidro partido numa viatura abandonada transmite uma ideia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação que vai quebrar os códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras, como o "vale tudo". Cada novo ataque que a viatura sofre reafirma e multiplica essa ideia, até que a escalada de atos cada vez piores, se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.

Em experiências posteriores (James Q. Wilson e George Kelling), desenvolveram a 'Teoria das Janelas Partidas', a mesma que de um ponto de vista criminalístico conclui que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujeira, a desordem e o maltrato são maiores.
Se se parte um vidro de uma janela de um edifício e ninguém o repara, muito rapidamente estarão partidos todos os demais. Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito.

Se se cometem 'pequenas faltas' (estacionar em lugar proibido, exceder o limite de velocidade ou passar-se um semáforo vermelho) e as mesmas não são sancionadas, então começam as faltas maiores e logo delitos cada vez mais graves. Se se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior violência quando estas pessoas forem adultas.

Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são progressivamente abandonados pela maioria das pessoas (que deixa de sair das suas casas por temor a criminalidade) , estes mesmos espaços abandonados pelas pessoas são progressivamente ocupados pelos delinquentes.

A Teoria das Janelas Partidas foi aplicada pela primeira vez em meados da década de 80 no metrô de Nova York, o qual se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas transgressões: graffitis deteriorando o lugar, sujeira das estacões, alcoolismo entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens. Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno conseguiu-se fazer do metrô um lugar seguro.

Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Partidas e na experiência do metrô, impulsionou uma política de 'Tolerância Zero'.
A estratégia consistia em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às normas de convivência urbana. O resultado prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York.

A expressão 'Tolerância Zero' soa a uma espécie de solução autoritária e repressiva, mas o seu conceito principal é muito mais a prevenção e promoção de condições sociais de segurança. Não se trata de linchar o delinquente, nem da prepotência da polícia, de fato, a respeito dos abusos de autoridade deve também aplicar-se a tolerância zero.

Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito. Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana.

Essa é uma teoria interessante e pode ser comprovada em nossa vida diária, seja em nosso bairro, na vila ou condominio onde vivemos, não só em cidades grandes.
A tolerância zero colocou Nova York na lista das cidades seguras.

Esta teoria pode também explicar o que acontece aqui no Brasil com corrupção, impunidade, amoralidade, criminalidade, vandalismo, etc. 

Pense nisso!

(Via Edith Agnes Schultz)

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Ação Civil Pública contra Lula


TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA PRIMEIRA REGIÃO
(61) 3221-6000
Processo:
0007807-08.2011.4.01.3400
Classe:
65 - AÇÃO CIVIL PÚBLICA
Vara:
13ª VARA FEDERAL
Juiz:
PAULO CESAR LOPES
Data de Autuação:
31/01/2011
Distribuição:
2 - DISTRIBUICAO AUTOMATICA (31/01/2011)
Nº de volumes:
Assunto da Petição:
1030801 - DANO AO ERÁRIO - IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA - ATOS ADMINISTRATIVOS - ADMINISTRATIVO
Observação:
ASSEGURAR O RESSARCIMENTO DOS DANOS CAUSADOS AO ERARIO NO MONTANTE DE R$ 9.526.070,64
Localização:


TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA PRIMEIRA REGIÃO
(61) 3221-6000
Partes
Tipo
Nome
AUTOR
MINISTERIO PUBLICO FEDERAL
REU
LUIS INACIO LULA DA SILVA
REU
AMIR FRANCISCO LANDO
Procurador
LUCIANA LOUREIRO OLIVEIRA
PROCESSUAL / FÍSICO / N
Emitido pelo site www.trf1.jus.br em 09/01/2013 às 18:13:05 Consulta respondida em 0,199 segundos
Ainda está duvidando? Entre no link abaixo.
http://processual.trf1.jus.br/consultaProcessual/processo.php?trf1_captcha_id=dc7acc20816004665a77aa7407cbfb55&trf1_captcha=frb7&enviar=Pesquisar&secao=DF&proc=78070820114013400

quinta-feira, 12 de julho de 2012


REFLEXÕES !
 



Hoje, refletindo sobre o efeito do nada, sobre o porra nenhuma, me dei conta de que o Brasil é o único país do mundo que foi:

a) governado por um alcoólatra que instituiu uma lei seca;

b) um semi-analfabeto que assinou uma reforma ortográfica;

c) Um semi-analfabeto que tem um filho formado em porra nenhuma, mas que é o gênio das finanças;

 
d) Um semi-analfabeto que recebeu o título de “doutor honoris causa” de 5 Universidades brasileiras;

 
e) Um semi-analfabeto que cobra US$ 200.000,00 por palestra (sobre qualquer assunto, a escolher) no exterior;

d) que teve a cara de pau de pedir a Deus para dar INTELIGÊNCIA a Barack Obama, que é formado em Harvard.

2) Considerando o acima exposto e depois de muito refletir, EU TINHA QUE MUDAR DE LADO.

-Resolvi ficar ao lado de Lula. Que me desculpem os meus amigos e, por favor, não me critiquem, nem mandem e-mails indignados. Antes, reflitam melhor sobre a situação atual. Tenho certeza que também ficarão ao lado do Lula ...

-Afinal, se eu ficar atrás... ele me caga e se eu ficar na frente...ele me fode.
Portanto, a melhor opção é ficar ao lado dele.

ENQUANTO ISSO, ESPERO E SONHO QUE TUDO VOLTE AO NORMAL.

3) Será o dia em que:

ARRUDA será uma simples plantinha pra espantar mal olhado;

GENUÍNO será algo verdadeiro;

GENRO apenas o marido da filha;

SEVERINO apenas o porteiro do prédio;

FREUD voltará a ser só o criador da Psicanálise;

LORENZETTI será só uma marca de chuveiro;

GREENHALGH voltará a ser um almirante que participou de nossa história;

 
CACHOEIRA será apenas um lindo acidente geográfico criado pela natureza;

 
CABRAL será apenas um longínquo e antigo navegador português que descobriu o Brasil;

 
MARCONI será apenas um genial cientista que inventou o telefone;

 
DEMÓSTENES será apenas um filósofo e brilhante orador grego;


Dirceu, Palloci, Delúbio, Silvio Pereira, Berzoini, Gedimar, Luiz Paulo Cunha,Valdebran, Bargas, Expedito Veloso, Gushiken, Renan,  etc, serão simples... presidiários.

E LULA APENAS UM FRUTO DO MAR!


4) Finalmente, quando olho meu título de eleitor velhinho, coitado, sempre usado desde 1970 e vejo o Lula aliado ao Collor e, pasmem, na defesa da vida ilibada dos Sarneys e agora emendado com o Maluf para emplacar aquele incompetente do Haddad na prefeitura de São Paulo, concluo que agora entendo o verdadeiro significado do nome 'ZONA ELEITORAL'  escrito nele!"

 

A quadrilha do PT


A QUADRILHA DO PT ESTÁ APARECENDO COM TODOS OS SEUS TRAMBIQUES, E AINDA TIRAM ONDA DE MORAL E ÉTICA. 

Delta doou para a presidenta Dilma R$ 1.150.000,00 (veja o site governamental Transparência Brasil)

Delta doa para a presidenta Dilma R$ 1.150.000,00

OBSERVADOR POLÍTICO

Por Leandro Braga, em 04/05/2012 às 02:07, 2 comentários.
Como você reagiria se soubesse que aquele que mais deveria combater a corrupção recebesse R$ 1.150.000,00, isso mesmo, hum milhão e cento e cinquenta mil reais? Pois foi o que a presidenta Dilma recebeu da Construtora Delta.
Eu não sei o que vocês acham, porém, me parece um saco sem fundo essa investigação sobre a Delta Construtora. Eram muitas ligações que essa empresa tinha com politicos, e não era qualquer “politico”. Eram nada mais nada menos do que aqueles que estão no mandato. Isso parece surreal, mas é a pura verdade. Assessor, vereador, deputado, senador, governador e agora até a presidente recebeu doação da empresa investigada pela policia federal e pelo Ministério Público.
A desculpa deverá ser uma daquelas que acostumamos a assistir em finais de telenovelas. A população brasileira mais uma vez será embriagada por algum tipo de entorpecente futebolístico ou carnavalesco, ou sei lá, talvez toda a midía será tomada pelas Olímpiadas em Londres. Bem, temos que ficar de olhos bem abertos e não aceitarmos que o nosso sufrágio, a tanto tempo disputado por várias correntes governamentais e filosóficas, venha se tornar um ato perdido, jogado na lama, por aqueles que estão no poder.
Abaixo o link da ong As Claras – Transparência Brasil, indicando que nossa presidente recebeu uma doação da Delta Construtora no valor de R$ 1.150.000,00 na eleição de 2010:
Faça a sua análise.
Hoje a Dilma quer dar uma de “durona”, mas sempre soube das falcatruas petistas e das de seu protetor ex-presidente, sendo que ela mesma utilizou-se das famosas “importâncias não contabilizadas”, que no vulgo quer dizer “CAIXA DOIS”. É a mesma coisa que “pregar moral com prostituta no colo”.

Isso pode dar impeachment?

segunda-feira, 26 de março de 2012

O Brasil não quer a Copa!

                 

  O Brasil não quer a Copa.

O Brasil QUER dignidade para o seu povo.
O Brasil QUER assistência médica igual à que o ex-presidente Lula está recebendo, não tendo que ser atendido em macas e cadeiras, nos corredores de hospitais, morrendo por falta de atendimento.
O Brasil QUER ter o direito de ir e vir sem ser assaltado, estuprado, assassinado, atropelado.
O Brasil QUER ter estradas que não destruam vidas e patrimônio.
O Brasil QUER ter portos, aeroportos, ferrovias, hidrovias e toda a infraestrutura em condições de atender a sua gente e não um bando de turistas de ocasião.
O Brasil QUER ter educação de qualidade, onde os professores sejam respeitados por seus alunos e tenham escolas seguras e modernas, adaptadas à realidade tecnológica atual.
O Brasil QUER que o funcionalismo público que presta serviços essenciais, como bombeiros, médicos, professores, policiais e outros sejam respeitados, tenham salário digno.
O Brasil QUER que a Justiça funcione com celeridade e não fique se arrastando até que os autores de ações pereçam.
O Brasil QUER que as leis sejam feitas para beneficiar a todos e não a um bando de privilegiados que legislam em causa própria.
O Brasil QUER que a sua Soberania, a sua Bandeira, o seu Hino Nacional sejam respeitados.
O Brasil NÃO QUER mais perder suas riquezas para um bando de canalhas que se locupletam, distribuindo nosso patrimônio entre apaniguados e ditadores de países de fundo de quintal.
O Brasil NÃO QUER mais ouvir mentiras oficiais de políticos pegos em suas falcatruas.
O Brasil NÃO QUER mais ver a impunidade campeando entre os políticos e os poderosos enquanto que os humildes amargam em presídios superlotados.
O Brasil NÃO QUER mais ver sua juventude dizimada por drogas oriundas de países de fundo de quintal, cuja entrada é facilitada por autoridades que estão acabando com a família brasileira.
O Brasil NÃO QUER a corrupção.
O Brasil NÃO QUER a Copa de 2014.
Algo esta errado!
O mundo tropeçando nas pernas…
Grécia à beira da falência, Portugal, Espanha e Itália na fila para escapar da concordata!
Crise nos EUA, Europa em pane ….
Acabou de encerrar uma reunião do G20, onde a conclusão final para a “pane econômica” mundial foi:
Sem conclusão!
O Brasil por sua vez:
País com dificuldades estruturais gritantes em todas as áreas e setores; com greve de professores, delegados, médicos, policiais, carteiros e etc… (todas em razão de proventos baixos e defasado; com Estados/municípios esgotados financeiramente e economicamente)
País, sem remédios nos postos de Saúde, sem leitos para doentes, sem estrutura para estudantes, com falhas graves que se reproduzem no ENEM, com centenas de acusações de corrupção (que só aumentam a cada dia), com estradas em péssimas condições, aeroportos esgotados, fome e miséria em diversos lugares etc…etc…etc…
e a FIFA… cheia de graça… cheia de mandos e desmandos…
Mandam ao Brasil seus representantes, e exigem isto…e mais aquilo… e aquilo outro…
Incluso que alteremos as leis para atender os seus interesses; que nos chama de incompetentes a cada reunião (com alguma razão), porém.. a sede da entidade chamada FIFA esta na Europa, o mundo vem se transformando e a postura destes é como se estivéssemos em um mundo onde tudo estivesse Cor de Rosa… sem crises, sem problemas, sem fome e miséria…
Ora, mandem estes representantes embora, mandem a FIFA plantar mandioca, mandem a Copa embora, mandem junto os nossos cartolas… e estaremos fazendo um bem para o País!
O Brasil vive sem a Copa do Mundo, mas o mundo não vive sem o Futebol do Brasil!
Esqueçam as reformas de Estádios, mantenham a de Infraestrutura e Adeus Copa!
Fora FIFA, fora COPA!
Fora FIFA, fora COPA!
Por um Brasil – Livre e justo
Povo que não tem virtudes acaba por ser escravo.

domingo, 25 de março de 2012

Uma fábula a álcool

 
Uma fábula a álcool
Celio Pezza
Era uma vez, um país que disse ter conquistado a independência energética com o uso do álcool feito a partir da cana de açúcar.

Seu presidente falou ao mundo todo sobre a sua conquista e foi muito aplaudido por todos. Na época, este país lendário começou a exportar álcool até para outros países mais desenvolvidos.

Alguns anos se passaram e este mesmo país assombrou novamente o  mundo quando anunciou que tinha tanto petróleo que seria um dos maiores produtores do mundo e seu futuro como exportador estava garantido.

A cada discurso de seu presidente, os aplausos eram tantos que confundiram a capacidade de pensar de seu povo. O tempo foi passando e o mundo colocou algumas barreiras para evitar que o grande produtor invadisse seu mercado. Ao mesmo tempo adotaram uma política de  comprar as usinas do lendário país, para serem os donos do negócio.

Em 2011, o fabuloso país grande produtor de combustíveis, apesar dos alardes publicitários e dos discursos inflamados de seus governantes, começou a importar álcool e gasolina.

Primeiro começou com o álcool, e já importou mais de 400 milhões de litros e deve trazer de fora neste ano um recorde de 1,5 bilhão de litros, segundo o presidente de sua maior empresa do setor, chamada Petrobras Biocombustíveis. Como o álcool do exterior é inferior, um órgão chamado ANP (Agência Nacional do Petróleo) mudou a especificação do álcool, aumentando de 0,4% para 1,0% a quantidade da água, para permitir a importação. Ao mesmo tempo, este país exporta o álcool de boa qualidade a um preço mais baixo, para honrar contratos firmados.

Como o álcool começou a ser matéria rara, foi mudada a quantidade de álcool adicionada à gasolina, de 25% para 20%, o que fez com que a grande empresa produtora de gasolina deste país precisasse importar gasolina, para não faltar no mercado interno. Da mesma forma, ela exporta gasolina mais barata e compra mais cara, por força de contratos.

A fábula conta ainda que grandes empresas estrangeiras, como a BP (British Petroleum), compraram no último ano várias grandes usinas produtoras de álcool neste país imaginário, como a Companhia Nacional de Álcool e Açúcar, e já são donas de 25% do setor.

A verdade é que hoje este país exótico exporta o álcool e a gasolina a preços baixos, importa a preços altos um produto inferior, e seu povo paga por estes produtos um dos mais altos preços do mundo.

Infelizmente esta fábula é real e o país onde estas coisas irreais acontecem chama-se Brasil.

CELIO PEZZA é escritor


terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Duas frases...


Duas frases
"Antigamente as mulheres cozinhavam igual à mãe...
Hoje, estão bebendo igual ao pai!"
FRASE DA DÉCADA
(IRRETOCÁVEL) 
"Antigamente os cartazes nas ruas, com rostos de criminosos, ofereciam recompensas; hoje em dia, pedem votos".