Algumas dicas para viver melhor: Gaste menos do que ganha; Saiba perdoar a si e aos outros; Não adie uma alegria; Sorria; Aceite sempre uma mão estendida; Pague suas contas em dia; Dê às pessoas uma segunda chance; Não tome nenhuma decisão quando estiver cansado ou nervoso; Dê o melhor de si no seu trabalho; Seja humilde, principalmente nas vitórias; Jamais prive uma pessoa de esperança... Pode ser que ela só tenha isso !
Aos amigos que vez ou outra acessam o blog:
As notícias, mensagens, fotos e vídeos vinculadas no blog, são exclusivamente para entretenimento, relacionamento, cultura, informação e no mínimo fazer mais amigos , reavivar histórias e melhorar e reativar nossos contatos e convívio.
Quem sou eu
terça-feira, 20 de julho de 2010
Churrasco Jundiaí - Dia do Propagandista - 17/07/2010
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Feijoada - Dia do Propagandista
O "Dia do Propagandista" tem como data oficial o dia 14 de Julho!
Nesta 6ª feira - 16 de julho no Dispensário Imaculada em Campinas foi realizado almoço comemorativo do Dia do Propagandista de Produtos Farmaceuticos com uma suculenta feijoada onde muito mais do que saboreá-la, prazeirosamente pudemos ver e rever e também abraçar uma série de colegas/amigos que por forças de circunstâncias às vezes, não encontramos tão frequentemente no corrido dia a dia!
Estiveram presentes cerca de 200 pessoas no almoço, grande parte de representantes de Campinas e região (muitos jovens e meninas bonitas-Ufa!!! até que enfim, algo de bom para encher os olhos , não só a "cara" e nem o estomago, hein?), como também alguns gerentes da indústria farmaceutica que para não perder o hábito, aproveitaram e fizeram "uma reuniãozinha de leve com seus meninos" no almoço; alguns políticos de nossa região em busca de apoio e votos (Eduardo Coelho a Dep. Federal e Rafa Zimbaldi a Dep. Estadual), dizendo-se afinados com nossos projetos e ideais; vários veteranos da "pasta" como o Sr. Luiz (talvez o propagandista com mais tempo de ramo no Brasil em atividade), Sr. Wilson (talvez o mais antigo em idade ainda em atividade no Brasil) e Sr. Borelli e o não tão velho, mas muito conhecido e querido "Gallo" , do sempre bem vindo "Moura" - Roberto Santos Moura, um dos responsáveis pela estruturada, competente e dinâmica Associação dos Propagandistas de Jundiaí que honraram-nos com sua presença e alguns parceiros já de longa data, como o Donizete e Thalita da Padaria Fino Grão, reduto e ponto de encontro de vários colegas.
Agradecemos também a diretoria da "Associação dos Propagandistas de Campinas" pelo empenho em organizar o almoço: Robson, Flávio, Laerce, Adilson, Denis, Rômulo, Paulinho, Eliene, além do sempre presente Robinho da Biolab e a ajuda do "pau prá toda obra" o "Pipoca" - Marcos Aurélio Reis.
Que possamos ter mais eventos desse tipo e que sejam ainda mais frequentes... É preciso que a nossa classe tenha mais união, mais participação e representatividade, integre-se e relacione-se muito mais, pois apesar de muitos de nós hoje sermos concorrentes um do outro, amanhã poderemos estar lado a lado no mesmo barco em busca de um porto seguro.
Abraço a todos!
Marangão
quarta-feira, 14 de julho de 2010

Aos colegas da Industria Farmaceutica
Reflexão
É bom saber que há um veículo como o site "DIKAJOB", que está voltado práticamente para a industria farmaceutica e principalmente para a área de promoção e vendas.
Não é de hoje que venho comentando com vários colegas sobre as funções que exercemos nos Laboratórios que trabalhamos...Sem exceções, os Laboratórios exigem/exigiram de todos nós, muito treinamento, conhecimento, desenvolvimento, resultados, comprometimento , etc. E é claro que eles (os laboratórios) estão corretos quanto a isso... São empresas organizadas, estruturadas, planejam-se a curto, médio e longo prazo, buscam resultados e em resumo, são profissionais!
E nós, representantes dessa industria, o que somos?
Claro que somos profissionais também e na maioria, muito bons! Somos identificados e conhecidos, como o Mauro do Aché, o Valdemar do Lilly, o Flavio da Merck, o Fernando da Schering e aí por diante (desculpem-me os demais colegas/amigos aqui não citados, pois o espaço é curto!) . Essa é a nossa identidade e é o que constam em nossos cartões de visitas! Mas quando, por quaisquer motivos, somos desligados ou deixamos a empresa que trabalhamos, não temos mais nosso cartão de visitas, a pasta de propaganda, tiram-nos o carro, perdemos o email corporativo, o cartão corporativo, o vale refeição, o notebook, o celular, o convênio médico e, portanto, perdemos práticamente toda nossa "identidade".
Deixamos de ser o fulano da Johnson, o Beltrano da Pfizer, o Cicrano da Sanofi e passamos a "vagar como sombras" nesse mercado altamente competitivo, dependendo de favores, ajuda e solidariedade dos nossos colegas de ramo para ficar com o nosso "curriculo", indicar-nos em suas empresas e tentar uma recolocação.
E que local recorremos para mostrarmos que estamos "disponíveis" no mercado?
Na banca da Emília, na banca do falecido Pedro, na Padaria Sacramento, na Padaria Fino Grão etc, etc. É triste, não? Por isso, "estamos profissionais" sómente quando estamos trabalhando, pois quando "ficamos disponíveis" , viramos amadores e frágeis (ou melhor ainda, fragilizados!).
Está na hora de pensarmos e começarmos a ser tão organizados, tão estruturados, tão profissionais quanto na ativa. Que essa matéria, não sirva sómente para reflexão, mas sim para tomadas de decisões que torne cada um de nós mais perceptivo, mais reativo e com os olhos realmente voltados para o futuro!
Abraços!
Marangão.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Lula e a Copa do Mundo 2014
Lula e a Copa do Mundo no Brasil
Por Reinaldo Azevedo
DISCURSO TRIUNFALISTA ENGABELA NATIVOS; FIFA PREFERE AEROPORTOS, ESTRADAS, ESTÁDIOS, HOTÉIS…
Por Reinaldo AzevedoDISCURSO TRIUNFALISTA ENGABELA NATIVOS; FIFA PREFERE AEROPORTOS, ESTRADAS, ESTÁDIOS, HOTÉIS…
Luiz Inácio Lula da Silva consegue enganar os nativos.
Luiz Inácio Lula da Silva consegue encantar boa parte da imprensa.
Luiz Inácio Lula da Silva é mestre numa arte que consiste em transformar a fantasia num fato e o fato numa fantasia.
Mas Luiz Inácio Lula da Silva não consegue fazer brotar aeroportos da noite para o dia. Ou estradas. Ou hotéis. Isso não se resolve com gogó ou com triunfalismo chulo, a exemplo de sua fala na África do Sul, há três dias. “Se o Brasil não conseguir realizar uma Copa do Mundo, eu volto a nado pra casa”. Ou ainda: “Não é possível que um país que tem bilhões em investimento não consiga…”
Ora, é claro que é possível. Basta que esse país tenha um governo bravateiro. Desde a escolha do país para sede da Copa do Mundo de 2014, três preciosos anos foram perdidos. E é isso que está levando a Fifa ao desespero. Uma coisa já se sabe: tudo terá de ser feito na correria.
A incompetência do governo na área de infra-estrutura estaria dada com ou sem Copa do Mundo. O caso dos aeroportos é só o mais gritante. Em seus oito anos de governo, Lula aumentou brutalmente não a gerência do Estado, mas a sua INGERÊNCIA na economia, o que é coisa bem diferente. Boa parte do setor privado não dá mais um passo sem o consentimento da alta burocracia… petista! Consentimento sempre cheio de exigências, digamos, especiais…
Puxado pelo consumo e pelo alto valor das commodities brasileiras no mercado externo, a economia cresce, e os gargalos vão aparecendo, sem uma resposta à altura do desafio. Todo mundo sabe onde termina essa equação: no desastre. Mas não adianta: o elefante está pesado demais para dar uma resposta com a rapidez necessária.
Até agora, a única coisa que Lula conseguiu fazer foi afrouxar as regras que exigem transparência nos gastos, como se fossem elas as responsáveis pelo atraso nas obras. Isso é mentira.
A Fifa consegue deixar evidente a inoperância do governo, coisa que não é caracterizada aqui dentro, porque está imune à publicidade vigarista do Brasil grande. Seus critérios são mais simples:
- Cadê os aeroportos?
- Cadê as estradas?
- Cadê os hotéis?
Lula passou três anos perorando sobre a grandeza de se ter uma Copa do Mundo no Brasil. E esqueceu as obras. Por enquanto, nessa área, ele só conseguiu gerar uma legislação de exceção que pode não erguer estádios, mas vai certamente encher os bolsos de alguns larápios.
Sei não… Mas acho que até o risco de o Brasil passar por um vexame monumental aos olhos do mundo pode estar em jogo na Copa das Urnas de outubro.
Luiz Inácio Lula da Silva consegue encantar boa parte da imprensa.
Luiz Inácio Lula da Silva é mestre numa arte que consiste em transformar a fantasia num fato e o fato numa fantasia.
Mas Luiz Inácio Lula da Silva não consegue fazer brotar aeroportos da noite para o dia. Ou estradas. Ou hotéis. Isso não se resolve com gogó ou com triunfalismo chulo, a exemplo de sua fala na África do Sul, há três dias. “Se o Brasil não conseguir realizar uma Copa do Mundo, eu volto a nado pra casa”. Ou ainda: “Não é possível que um país que tem bilhões em investimento não consiga…”
Ora, é claro que é possível. Basta que esse país tenha um governo bravateiro. Desde a escolha do país para sede da Copa do Mundo de 2014, três preciosos anos foram perdidos. E é isso que está levando a Fifa ao desespero. Uma coisa já se sabe: tudo terá de ser feito na correria.
A incompetência do governo na área de infra-estrutura estaria dada com ou sem Copa do Mundo. O caso dos aeroportos é só o mais gritante. Em seus oito anos de governo, Lula aumentou brutalmente não a gerência do Estado, mas a sua INGERÊNCIA na economia, o que é coisa bem diferente. Boa parte do setor privado não dá mais um passo sem o consentimento da alta burocracia… petista! Consentimento sempre cheio de exigências, digamos, especiais…
Puxado pelo consumo e pelo alto valor das commodities brasileiras no mercado externo, a economia cresce, e os gargalos vão aparecendo, sem uma resposta à altura do desafio. Todo mundo sabe onde termina essa equação: no desastre. Mas não adianta: o elefante está pesado demais para dar uma resposta com a rapidez necessária.
Até agora, a única coisa que Lula conseguiu fazer foi afrouxar as regras que exigem transparência nos gastos, como se fossem elas as responsáveis pelo atraso nas obras. Isso é mentira.
A Fifa consegue deixar evidente a inoperância do governo, coisa que não é caracterizada aqui dentro, porque está imune à publicidade vigarista do Brasil grande. Seus critérios são mais simples:
- Cadê os aeroportos?
- Cadê as estradas?
- Cadê os hotéis?
Lula passou três anos perorando sobre a grandeza de se ter uma Copa do Mundo no Brasil. E esqueceu as obras. Por enquanto, nessa área, ele só conseguiu gerar uma legislação de exceção que pode não erguer estádios, mas vai certamente encher os bolsos de alguns larápios.
Sei não… Mas acho que até o risco de o Brasil passar por um vexame monumental aos olhos do mundo pode estar em jogo na Copa das Urnas de outubro.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Talentos Preciosos GP5
terça-feira, 25 de maio de 2010
Lula, por que não te calas?
Lula, por que não te calas?
No último dia 25 de março o presidente Lula esteve em Tatuí, e lá fez a entrega simbólica de 650 ambulâncias para 573 municípios brasileiros. A cerimônia foi essencialmente política, pois os veículos são destinados ao SAMU, ou seja, os serviços de atendimento médico de urgência.
Acontece que a maior parte dos municípios contemplados não tem este serviço implantado, e nem mesmo tem verba prevista em seus orçamentos. Custa caro montar toda esta estrutura. As ambulâncias são a parte visível do negócio, mas é necessário aparelhá-las com equipamentos de UTI, de pessoal de apoio bem treinado, de médicos especializados principalmente. E isto tem que funcionar 24 horas por dia, pois emergência não tem hora.
Ou seja, ou a maioria das ambulâncias vai ter outro destino, ou vão virar sucata logo.
Como costuma fazer, o presidente Lula faz seus “discursos” de improviso, que sempre buscam contentar a platéia presente, e exagera nas frases feitas e cheias de pompa sobre os mais variados temas. Diga-se de passagem, normalmente o presidente não sabe nada sobre o que está falando, e suas gafes já são sobejamente conhecidas e divulgadas mundo afora. Nesta cerimônia em Tatuí, o presidente Lula foi extremamente infeliz com algumas de suas colocações.
Segundo o presidente da Associação Médica Brasileira, Lula teve “outro rompante de incontinência verbal”. Mais uma vez, culpou os médicos para os problemas de saúde que o Brasil enfrenta há décadas. Disse que a classe médica não se interessa em atender o interior, “pois é muito fácil ser médico na Avenida Paulista”, segundo suas palavras.
Depois, mandou um recado ao Conselho Federal de Medicina, por este ser contra a revalidação automática dos diplomas dos médicos formados em Cuba. E ainda criticou aqueles que são contra a volta de um imposto para melhorar a saúde.
E por fim, ainda criticou o médico que no passado cuidou dele próprio, ao sofrer o acidente de “trabalho” que lhe amputou o dedo. Ou seja, versou sobre tudo o que finge saber.
Como em todos os “discursos”, Lula fala o que lhe dá na telha, e nem se preocupa mais em ter coerência. Deve acreditar que somos todos burros, pois quanto mais fala, mais sua popularidade “aumenta”, segundo as informações “oficiais”. Mas para os que ainda tem paciência de ouví-lo, basta acompanhá-lo por algumas semanas. A opinião ora é uma, ora é outra. Depende da platéia. Como estamos numa democracia, livre “como nunca se viu na história deste país”, também tenho o direito de opinar.
O que o senhor presidente não disse (ou não sabe) é que é impossível à imensa maioria dos médicos montar um consultório na Avenida Paulista, um dos locais mais caros do país, principalmente se trabalhar no serviço público, onde recebe um salário de fome, não tem um plano de carreira decente e não encontra condições dignas de trabalho. Aparelhos defasados, funcionários insuficientes para o apoio (enfermagem, técnicos diversos), filas para marcação de exames, falhas em tratamento de doenças básicas. Se em São Paulo , que é a locomotiva da nação, é assim, o que dizer do restante do país? Há dezenas de crianças morrendo em pseudo-UTIs em hospitais públicos por aí. A sigla deveria ser Última Tentativa Inútil e não unidade de terapia intensiva. Intensivas são só as mortes nestes nosocômios.
Não disse o presidente (ou não sabe) que médico nenhum consegue trabalhar no interior sozinho. A não ser que seja para distribuir “vale-saúde”, a exemplo dos inúmeros outros que ele criou. Pois tratar e cuidar de alguém sem apoio, sem retaguarda e sem condições, só na cabeça dele.
Quanto aos médicos de Cuba, formados em uma realidade totalmente diferente da nossa, eles podem sim trabalhar no Brasil. Como qualquer outro, formado em qualquer lugar do mundo, que se submeta às avaliações necessárias e sejam aprovados. Desde que saibam Medicina. E o Conselho Federal de Medicina, autarquia federal, é o órgão definido por lei para avaliá-los. O que o senhor presidente quis dizer (mas não teve coragem) é que quer fazer um agrado ao moribundo amigo Fidel, valorizando escolas falidas e que pregam uma falsa “medicina social”.
Faltou falar sobre o assunto referente ao médico que o atendeu quando sofreu seu acidente de “trabalho”. Talvez seu dedo pudesse ser salvo, senhor presidente, se existisse na ocasião um atendimento decente em posto de saúde, unidades de emergência bem aparelhadas, um profissional médico bem preparado, com boa formação. Isso se o “SUS” da época funcionasse. Isso se um médico que atende “SUS” ganhasse um honorário, e não uns trocos.
Pois a CPMF, que geraria verba destinada ao “SUS” do seu governo, virou dinheiro nas meias, cuecas e malas pretas na sua gestão. E até hoje o “SUS” não funciona de forma decente!
E o senhor ainda quer recriar mais um imposto, para continuar alimentando as falcatruas? Senhor presidente, com o perdão da palavra, estou com o “saco cheio” do senhor e de seus “discursos”.
Se o senhor sofresse um novo acidente de “trabalho” e fosse eu o médico que lhe atendesse, cortaria-lhe a língua, e não o dedo.
E faria um bem ao país, pois cada vez que o senhor abre a boca, não causa um acidente. Causa um desastre.
Luiz Ricardo Menezes Bastos, médico,
presidente da Associação Paulista de Medicina, Regional de Limeira
sábado, 22 de maio de 2010
"DIKAJOB" - Novo site de relacionamento.
"DIKAJOB" - Canal de Utilidades.
É bom saber que há um veículo como o "DIKAJOB", que está voltado práticamente para a industria farmaceutica e principalmente para a área de promoção e vendas.
Não é de hoje que venho comentando com vários colegas sobre as funções que exercemos nos Laboratórios que trabalhamos...Sem exceções, os Laboratórios exigem/exigiram de todos nós, muito treinamento, conhecimento, desenvolvimento, resultados, comprometimento , etc. E é claro que eles (os laboratórios) estão corretos quanto a isso... São empresas organizadas, estruturadas, planejam-se a curto, médio e longo prazo, buscam resultados e em resumo, são profissionais!
É bom saber que há um veículo como o "DIKAJOB", que está voltado práticamente para a industria farmaceutica e principalmente para a área de promoção e vendas.
Não é de hoje que venho comentando com vários colegas sobre as funções que exercemos nos Laboratórios que trabalhamos...Sem exceções, os Laboratórios exigem/exigiram de todos nós, muito treinamento, conhecimento, desenvolvimento, resultados, comprometimento , etc. E é claro que eles (os laboratórios) estão corretos quanto a isso... São empresas organizadas, estruturadas, planejam-se a curto, médio e longo prazo, buscam resultados e em resumo, são profissionais!
E nós, representantes dessa industria, o que somos?
Claro que somos profissionais também e na maioria, muito bons! Somos identificados e conhecidos, como o Mauro do Aché, o Valdemar do Lilly, o Flavio da Merck, o Fernando da Shering e aí por diante (desculpem-me os demais colegas/amigos aqui não citados, pois o espaço é curto!) .
Claro que somos profissionais também e na maioria, muito bons! Somos identificados e conhecidos, como o Mauro do Aché, o Valdemar do Lilly, o Flavio da Merck, o Fernando da Shering e aí por diante (desculpem-me os demais colegas/amigos aqui não citados, pois o espaço é curto!) .
Essa é a nossa identidade e é o que constam em nossos cartões de visitas! Mas quando, por quaisquer motivos, somos desligados ou deixamos a empresa que trabalhamos, não temos mais nosso cartão de visitas, tiram-nos o carro, o convênio médico, o celular, o laptop e, portanto, perdemos práticamente toda nossa "identidade". Deixamos de ser o fulano da Johnson, o Beltrano da Pfizer, o Cicrano da Sanofi e passamos a vagar como sombras nesse mercado altamente competitivo, dependendo de favores, ajuda e solidariedade dos nossos colegas de ramo para ficar com o nosso "curriculo", indicar-nos em suas empresas e tentar uma recolocação.
E qual local recorremos para mostrarmos que estamos "disponíveis" no mercado? Na banca da Emília, na banca do falecido Pedro, na Padaria Sacramento, na Padaria Fino Grão etc, etc. É triste, não? Por isso, "estamos profissionais" sómente quando estamos trabalhando, pois quando "ficamos disponíveis" , viramos amadores e frágeis (ou melhor ainda, fragilizados!). Está na hora de pensarmos e começarmos a ser tão organizados, tão estruturados, tão profissionais quanto na ativa.
Que essa matéria, não sirva sómente para reflexão, mas sim para tomadas de decisões que torne cada um de nós mais perceptivo, mais reativo e com os olhos realmente voltados para o futuro!.
Abraços!
Marangão
Assinar:
Postagens (Atom)

