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quinta-feira, 13 de maio de 2010

" O Chefe" - O livro proibido da corrupção!


Abaixo os capitulos do livro de Ivo Patarra que foi proibido... Graças a Deus, ainda não censuraram a internet, por enquanto!

Não podemos deixar o tempo apagar de nossas memórias, as falcatruas, desmandos e desvarios cometidos por essa "gentalha"!

Para ler o livro, acesse:www.escandalodomensalao.com.br


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Capítulo 1
'O governo Lula é o mais corrupto de nossa história'

Capítulo 2
Montanhas de dinheiro: em pacotesmalas, carros-fortes e até em cuecas

Capítulo 3
Lula, o chefe

Capítulo 4
A história do 'acordo criminoso' da chapa Lula/José Alencar em 2002

Capítulo 5
O escândalo do dossiê: flagrante de R$ 1,7 milhão em dinheiro vivo

Capítulo 6
Os 403 dias que marcaram o escândalo do mensalão

Capítulo 7
Na denúncia do procurador-geral da República, mensalão foi ação de 'organização criminosa'

Capítulo 8
O assassinato do prefeito Celso Daniel, coordenador da eleição de Lula em 2002

Capítulo 9
Promotores pediram prisão de Antonio Palocci, acusado por envolvimento com a 'máfia do lixo'

Capítulo 10
Oito ministros do governo Lula. Oito casos de corrupção

Capítulo 11
O presidente do Senado, aliado de Lula. Outro caso de corrupção.

Capítulo 12
Sob a conveniência da 'segurança nacional', Lula não revelou gastos com cartão corporativo

Capítulo 13
Em 5 anos, Lula repassou R$ 12,6 bilhões para ONGs. Dinheiro para amigos, mal fiscalizado

Capítulo 14
Traquinagens da família Lula da Silva. As andanças de Genival, o "Vavá"

Capítulo 15
Duas tragédias, apagão aéreo e corrupção na Infraero. Compadre de Lula ganhou milhões

Capítulo 16
STF abriu processos contra 40 mensaleiros. José Dirceu foi acusado de corrupção ativa e formação de quadrilha

Capítulo 17
Dois anos depois, Polícia Federal desmantelou outra organização criminosa nos Correios

Capítulo 18
TCU recomendou paralisar obras irregulares; Petrobras foi campeã em aumento de custos

Capítulo 19
Apesar do desgaste, Lula defendeu José Sarney e retribuiu apoio recebido no caso do mensalão

Capítulo 20
Lula: 'Sarney tem história para que não seja tratado como se fosse pessoa comum'

Capítulo 21
Na crise do mensalão, o PT temeu o impeachment. A oposição não agiu. Lula deu a volta por cima
© 2010 Por Ivo Patarra
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Dunga e a convocação da Seleção.




11/05/2010 - 15h25
Dunga faz piada, ironiza a imprensa e ri dos seus erros de português
Mauricio Stycer - Rio de Janeiro

“Encontrei o Dunga de manhã, no hall do hotel, e ele estava muito bem-humorado”, informa o repórter da TV Bandeirantes Fernando Fernandes em comentário na rádio do mesmo grupo. “Também, com essa vista que ele tem aí da praia, se ele não estivesse bem-humorado nada mais o deixaria bem-humorado”, observa, no estúdio, o locutor Rodolfo Schneider, duas horas antes do anúncio da seleção que vai à Copa.


As caretas de Dunga: as expressões faciais do técnico da seleção foram uma atração a mais

Apesar de resfriado, Dunga parecia, de fato, muito bem-humorado ao defender a sua lista. De camiseta amarela, camisa verde e blazer escuro, o técnico comandou a entrevista do seu jeito, tropeçando no português, mas rindo – e não apenas de seus críticos, mas de si próprio.

“O Kaká com nós... Quer dizer, conosco... Se não, amanhã vão dizer que eu não sei português”. Cometeu o mesmo erro outras duas vezes, e em ambas se corrigiu. Em outra referência à sua formação, ironizou os jornalistas: “Vocês que estudaram muito mais que eu, vão entender o que estou dizendo”.

O técnico suportou razoavelmente bem as perguntas sobre as suas escolhas. “O lobby que se fez em nenhum momento me deixou bravo. É normal”, disse uma vez, depois outra e ainda uma terceira. Mais uma vez ironizou a imprensa, dizendo que se seguisse as sugestões dos jornalistas teria problemas. “Cada mês vocês trocam a lista de vocês. Eu ia ter que mandar várias listas para a Fifa”.

Sobre o fato de Júlio Baptista estar na reserva, Dunga fez piada com Totti, o titular da posição e maior ídolo da Roma. “O Totti manda na Roma. Só não manda mais que o (imperador) Nero porque ainda não virou história”.

Em outro momento, comentando o lobby pela convocação de Ganso e Neymar, fez outra piada. “Se você colocar a minha imagem na televisão batendo o pênalti na Copa de 94 o tempo todo, vão querer que eu vá para essa Copa também”.

Apesar do bom-humor, Dunga não perdeu a chance de repetir algumas palavras-chaves do discurso que vem usando nestes três anos e meio à frente da seleção. A palavra “coerência” foi repetida seis vezes, contou a reportagem do UOL. Já a expressão “jogador tem que se doar” foi dita quatro vezes.

E apesar de dizer três vezes que não fica “bravo” com as cobranças, Dunga deixou transparecer irritação em duas ocasiões. Primeiro, quando Cícero Melo, da ESPN, disse que, se estivesse no lugar de Feola, Dunga não teria levado Pelé para a Copa de 58. “Ele está falando de Pelé. Se você encontrar um Pelé por aí, me traz. Pelé a gente não pode comparar com ninguém”.

Depois, quando Milton Neves, da Band, o criticou pelo mesmo motivo, dizendo que Dunga entrará para a história como Cesar Menotti, o técnico da Argentina que não levou Maradona para a Copa de 78. “Os caras são bons, mas não vamos enganar ninguém, né Milton? Tem muita coisa encomendada”, disse, sugerindo a existência de interesses comerciais por trás da pressão pela convocação dos jogadores.

Aprovada pela ANVISA a vacina Prevenar 13



Saúde
Anvisa aprova vacina Prevenar 13
A vacina oferece a mais ampla proteção contra doenças pneumocócicas, inclusive contra um dos tipos mais agressivos da bactéria pneumococo, o 19A

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acaba de aprovar Prevenar 13, vacina pneumocócica conjugada 13-valente, que oferece a mais ampla cobertura na imunização de crianças contra doenças pneumocócicas. Produzida pela Pfizer, Prevenar 13 é indicada a lactentes e crianças entre 6 semanas e 6 anos de idade (incompletos), na prevenção de doença pneumocócica invasiva, que inclui sepse e bacteremia (infecção da corrente sanguínea), meningite (inflamação da membrana que cobre o cérebro e a medula espinhal), pneumonia bacterêmica e empiema (acúmulo de pus na cavidade em torno dos pulmões), bem como para doença pneumocócica não invasiva, como pneumonia e otite média aguda.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), as doenças pneumocócicas são as principais causas de morte em crianças menores de 5 anos (a cada hora, 2 crianças morrem) entre os males que podem ser prevenidos com a vacinação.

Prevenar 13 foi desenvolvida a partir dos mesmos fundamentos científicos de Prevenar 7, a primeira vacina pneumocócica conjugada lançada em 2000. A vacina Prevenar 13 contém os sete sorotipos de Prevenar (4, 6B, 9V, 14, 18C, 19F e 23F) e mais outros seis (1, 3, 5, 6A, 7F e 19A) que estão entre os que mais atingem as crianças em todo o mundo, incluindo o Brasil.

“A chegada da Prevenar 13 tem sido bastante aguardada no Brasil pela comunidade médica”, afirma João Fittipaldi, diretor Médico da Pfizer. “Isto porque a Prevenar 13 é primeira vacina disponível no mercado a prevenir contra um dos tipos mais agressivos da bactéria pneumococo, o 19A, além de ser a única a abranger 100% dos sorotipos atualmente associados à chamada resistência bacteriana”, explica.

Prevenar 13 deve ser administrada em quatro doses, aos 2, 4, 6 meses e entre 12 e 15 meses de idade. Crianças que receberam uma ou mais doses de Prevenar 7 podem completar o processo de imunização com Prevenar 13. Crianças entre 15 meses e 6 anos de idade (incompletos), que já foram imunizadas com as quatro doses de Prevenar 7, também podem receber uma dose adicional de Prevenar 13 para obter resposta imune aos seis sorotipos adicionais.

A transição de Prevenar 7 para Prevenar 13 em bebês e crianças pode ser feita a qualquer momento do calendário de doses e concluir a série de vacinação de acordo com as recomendações médicas.

Sobre a doença

A doença pneumocócica é complexa e conjuga um grupo de enfermidades causadas pela bactéria Streptococcus pneumoniae (S.pneumoniae), também conhecida como pneumococo. Há mais de 90 sorotipos (cepas) conhecidos de S.pneumoniae, porém apenas um pequeno subgrupo causa a maioria das doenças pneumocócicas em todo o mundo. O pneumococo pode se colonizar no trato respiratório superior, causando vários tipos de doenças, inclusive doença pneumocócica invasiva (DPI), na qual as bactérias entram na corrente sanguínea ou em outros locais estéreis. Entre as DPIs incluem-se bacteremia/septicemia (infecções bacterianas do sangue) e meningite (inflamação da membrana que reveste a medula espinhal ou o cérebro).

A bactéria S. pneumoniae também pode se propagar pelo nariz e garganta até o trato respiratório inferior e ouvido, o que pode resultar em doenças pneumocócicas não invasivas, incluindo pneumonia e otite média (infecção do ouvido médio).

Esta página foi publicada em: 26/04/2010.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Oração do Lula




QUEM SERÁ QUE ESCREVEU ESSA PÉROLA?

ORAÇÃO DO LULA

SENHOR,
Fazei de mim o instrumento do golpe na Constituição...para garantir mais uma reeleição.

Onde houver mutreta... que eu mostre a maleta;
Onde houver gorjeta... que seja minha teta;
Que eu tenha dor na munheca... de tanto encher a cueca;
Em cada licitação... que alguém molhe a minha mão;
E que no meu endereço, vença o meu preço;
Onde houver crachá... que não falte o jabá;
Onde houver ócio... que eu feche o negócio;
Onde houver propina... que reservem o da vila campesina;
Mas sem esquecer do MST, das ONGs e do PT;
Onde houver colarinho branco...

que dobre o lucro do banco;
Onde houver esquema... cuidado com o telefonema;
E quando tocar o sino... chamem o Genoíno;
Se mexerem no meu... que venha o Zé Dirceu;
E, se a proposta for chula.. lembrai do custo do Lula.

Ó Mestre!

Que eu tenha poder para corromper e ser corrompido;
Porque é sonegando que se é promovido;
É mentindo que se vai subindo;
Pois enquanto o povo sofre com imposto e inflação,
o índio passa o facão, o sem terra faz a invasão, a base aliada entra na negociação e a gente vai metendo a mão...

E que a pizza seja feita pela vossa vontade enquanto a grana da publicidade levar o povo a aceitar nossa desonestidade como se fosse genialidade...


AMÉM !



quarta-feira, 5 de maio de 2010

O Livro Proibido da Corrupção


O LIVRO FOI PROIBIDO

O Best Seller da Corrupção, leia e guarde no arquivo.

Está aí o livro para quem quiser ler.

O CHEFE
O Livro Proibido de Ivo Patarra

O jornalista Ivo Patarra levou 'O Chefe' a duas editoras, que recusaram a publicação do livro.
O livro sobre as falcatruas do Lula, que foi proibido está disponível para leitura na Internet.
DIVULGUEM ESTE LIVRO SEM RESTRIÇÃO PARA A LISTA DE E-MAILS...
O livro que compila todos os escândalos do desastroso governo Lula, não conseguiu ser publicado!!!

JÁ QUE TODOS SE NEGARAM A PUBLICÁ-LO !!!

O AUTOR O COLOCA GRÁTIS NA INTERNET


PARA LER E BAIXAR O LIVRO ACESSE:


www.escandalodomensalao.com.br

Não deixe mesmo de ver esse site, nem que seja só para confirmar que ele existe.

Divulguem!

ANDEC
Associação em Defesa da Ética e da Cidadania - Abrace essa causa!!!
É o nosso futuro, de nossos filhos e netos, que está em jogo!



segunda-feira, 3 de maio de 2010

Pfizer e Eurofarma - Parceria confirmada

Pfizer fecha parceria com Eurofarma

Farmacêutica americana discute modelo pelo qual empresa brasileira poderá lançar versões similares do Lípitor
André Vieira, iG São Paulo 28/04/2010 05:56

A americana Pfizer, maior farmacêutica do mundo, parece ter encontrado um parceiro que tanto buscava no mercado brasileiro para o lançamento de novas versões dos seus medicamentos que vão perder a proteção de patente nos próximos meses.

Lípitor, campeão de vendas na história farmacêutica: receitas acima de US$ 10 bilhões por ano
A empresa americana fechou contrato de fornecimento e distribuição com a Eurofarma, um dos maiores laboratórios farmacêuticos de controle nacional. A ideia em estudo é permitir que a Pfizer forneça ao laboratório brasileiro o princípio ativo - a matéria-prima básica do medicamento - de remédios como o redutor de colesterol Lipitor, o carro-chefe da companhia, entre outros medicamentos.

O acordo é tratado como assunto confidencial pelos laboratórios. Mas os advogados da Pfizer já notificaram o órgão de concorrência sobre o acordo assinado com a Eurofarma.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a Pfizer confirmou o acordo com a Eurofarma, que inclui diversas possibilidades de negócio. "Neste momento, não gostaríamos de comentar mais detalhes sobre o tema", acrescentou a empresa. O acordo não envolveria o Viagra, a pílula contra impotência sexual. Segundo informou a Eurofarma, o acordo com a Pfizer "representa uma aproximação das duas empresas na discussão de um modelo de negócios que envolve o abastecimento de matéria-prima".

Com o acordo, a Eurofarma tem condições de lançar versões similares dos medicamentos de marca, inclusive mais baratas do que os preços do produto original. Por sua vez, o laboratório americano conseguirá com o parceiro brasileiro manter por mais tempo sua participação de mercado antes que essas drogas passem a sofrer a competição de fabricantes de medicamentos genéricos quando suas patentes forem vencendo.

É tradição que o fabricante que lança o produto similar na frente dos demais ganhe rapidamente a liderança de mercado, substituindo o produto com patente por ser mais barato. Mesmo com a chegada de outros rivais numa segunda fase, a empresa pioneira, de modo geral, costuma manter a dianteira no mercado.

A Pfizer luta contra o tempo

A Pfizer procura formas de manter a força dos seus medicamentos. No máximo até 2011, o Viagra perderá sua patente, assim como o Lípitor, a droga mais vendida em todos os tempos na história pela indústria farmacêutica. No mundo no ano passado, os dois medicamentos representaram para a Pfizer US$ 13,2 bilhões em vendas - o equivalente a 85% de todo o faturamento da indústria farmacêutica brasileira. No Brasil, as vendas dos dois medicamentos chegam a R$ 300 milhões.

A Pfizer tentou outros caminhos para esticar a exclusividade sobre o Viagra. Entrou na Justiça contra o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) numa discussão sobre o prazo de validade da patente - na interpretação do órgão, a proteção caduca em junho; a Pfizer diz que ela é válida até 2011.

Além da disputa na Justiça, a Pfizer tentou encontrar um parceiro para lançar a versão genérica por conta própria. Tentou comprar a Neo Química, um laboratório fabricante de similares e genéricos, com sede em Goiás, mas perdeu a disputa para a Hypermarcas, que permitiu que os controladores continuassem à frente do negócio farmacêutico.

Mesmo com o acordo fechado com a Eurofarma, a Pfizer teria ainda o interesse em comprar o laboratório Teuto, também com sede em Goiás, para lançar a versão genérica de suas drogas. Uma das opções seria lançar o Viagra. Mas a informação não é confirmada.

A Eurofarma, criada como Billi Farmacêutica, nome da família que controla o laboratório desde sua fundação em 1972, tornou-se uma das principais empresas do setor no Brasil graças ao crescimento dos medicamentos genéricos.

Seu complexo industrial, localizado em Itapevi (SP), reúne uma das maiores linhas de produção de medicamentos do País. Seu faturamento deve superar o R$ 1,4 bilhão neste ano - acima do R$ 1,2 bilhão registrado no ano passado.

sábado, 1 de maio de 2010

Oferta de genéricos é reduzida por disputa no governo.

Remédio - [ 30/04 ]

Disputa no governo reduz oferta de genéricos no País


O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) guarda em suas prateleiras 102 pedidos de patentes de medicamentos negados que, se publicados, abririam caminho para a produção de novos remédios genéricos no País. A coleção, com potencial de gerar economia aos cofres públicos e ao consumidor, começou a ser formada em 2001 e somente terá seu destino decidido quando for resolvida a queda de braço que há anos se arrasta entre o Inpi e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).


Desde 2001, a agência participa da avaliação dos processos de patentes de medicamentos. Depois que o pedido é analisado e aprovado pelo Inpi, ele é remetido para Anvisa, a quem cabe fazer uma análise se o medicamento que pleiteia a patente contém inovação que mereça ser protegida. Essa segunda análise é chamada de anuência prévia. Quando a Anvisa não reconhece a originalidade, o medicamento não obtém a patente e qualquer fabricante pode produzir a versão genérica da droga.


Descontente com a inclusão da Anvisa no processo de avaliação, o Inpi passou a adotar duas atitudes distintas. Quando pedidos de patentes para novos medicamentos são aprovados pela Anvisa, a publicação é providenciada e a patente, concedida. No entanto, no caso em que a agência nega a anuência - e vai contra a decisão que já havia sido adotada pelo Inpi -, o assunto é engavetado.


“É como se o processo estivesse em andamento. Com isso, não há liberação para produção de genéricos, que, pela Anvisa, já poderia ter começado”, diz Luís Carlos Wanderlei Lima, coordenador de Propriedade Intelectual da Anvisa. “Os processos vão para um buraco negro. Trata-se de um desrespeito sistemático à lei e à população”, diz Lima.


O Inpi afirma que não há processos sem andamento, mas sim que aguardam decisão do governo federal. “A Lei de Propriedade Industrial, de 1996, não diz o que fazer quando há divergência entre pareceres do Inpi e da Anvisa”, informou o instituto, por e-mail. “O Inpi não pode indeferir um pedido simplesmente porque a Anvisa tem um parecer diferente.” Diante das divergências, o assunto foi levado para a análise da Advocacia-Geral da União. No entanto, até agora o assunto não foi resolvido.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (AE)