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sábado, 5 de setembro de 2009

Só Sherlock resolve...

Caro navegante, leia – como deveria fazer sempre – o Blog do Mino:

O poliédrico Greenhalgh:
- Sim, Luiz Eduardo Greenhalgh, advogado de Cesare Battisti, é o mesmo que também figura no exército de leguleios que amparam as ações de Daniel Dantas. Poderia acrescentar o seguinte: Dantas é também aquele que entregou à Veja um dossiê falso sobre contas no exterior do presidente da República, do ex-diretor da PF e ex-diretor da Abin, Paulo Lacerda, do ex-ministro Marcio Thomaz Bastos, do senador Romeu Tuma. Ou, por outra: Greenhalgh jura fidelidade petista enquanto recebe polpudos emolumentos de quem se esforça para abalar o próprio Lula. Tem mais: Greenhalgh é o mesmo que se encontra às escondidas, em um hangar da TAM, com José Dirceu, para discutir o Caso Battisti. Será que só falaram de Battisti?

. Permita-me, amigo navegante, fazer algumas considerações sobre a necessidade imperiosa de o presidente que tem medo proteger Luiz Eduardo Greenhalgh.
. Na sexta-feira 4 de julho de 2008, o corajoso Juiz Fausto de Sanctis aceitou o resultado da investigação da Operação Satiagraha e mandou realizar as prisões e as buscas que o ínclito delegado Protógenes Queiroz pedia.
. Poucas horas antes, dois delegados da Polícia Federal, da alta cúpula da PF de hoje, que se instalou depois que o ínclito delegado Paulo Lacerda foi destituído, procuraram o Juiz De Sanctis para convencê-lo a não prender ninguém e sepultar a Operação Satiagraha.
. Daí, até as 10H da manhã de terça feira, dia 8, quando Daniel Dantas, Naji Nahas e Celso Pitta já estavam devidamente algemados e presos, até esse momento, o ínclito delegado Protógenes Queiroz sofreu uma pressão contínua e crescentemente travada em termos de baixo calão.
. Eram policiais da alta cúpula da Polícia Federal que queriam impedir que a Satiagraha chegasse ao fim.
. O que temia a cúpula da Polícia Federal?
. A Polícia Federal do Governo do Presidente Lula temia:
1) a prisão de Daniel Dantas, com medo de que ele “cantasse”;
2) temia a prisão de Luiz Eduardo Greenhalgh, conhecido na famiglia Dantas como o “Gomes”, e homem chave da estrutura do PT de São Paulo;
3) temia a prisão de Lulinha, o filho do Presidente que tem medo;
4) temia a prisão de Gilberto Carvalho, secretário particular do Presidente Lula, que aparece num diálogo com Greenhalgh para neutralizar o trabalho de Protógenes Queiroz.
. O ínclito delegado Protógenes Queiroz de fato pediu a prisão de Greenhalgh, mas o Juiz De Sanctis não concordou.
. Protogenes – até onde se sabe – não investigou o filho do Presidente.
. Embora, na CPI dos Amigos de Dantas, em seu habitat natural, o bandido condenado Daniel Dantas tenha dito ao Presidente Marcelo Itagiba (*) que o ínclito delegado Protógenes Queiroz investigou o Lulinha.
. Na Polícia Federal, depois da saída do ínclito delegado Paulo Lacerda, Dantas passou a ser muito bem informado.
. Como se sabe, a “jornalista” Andrea Michael, da Folha (**), desempenhou papel importante na construção desse notício-duto…
. Portanto, como dá a entender o Mino, lá em cima: Dantas, Greenhalgh, José Dirceu, o PT, Gilberto Carvalho e o Presidente que tem medo estão unidos até a morte.
. As exéquias serão pagas pela “BrOi” …

Brasil X Argentina - 1946


O dia do desespero entre Brasil e Argentina-1946
Esporte Ilustrado
Nunca a rivalidade entre brasileiros e argentinos esteve tão acesa como na final do campeonato sul-americano de 1946. Foi uma das partidas mais dramáticas da história do futebol. Buenos Ayres era uma festa naqueles dias úmidos e abafados do verão de 1946. A Segunda Guerra Mundial terminara e, enquanto a Europa contava seus mortos e reconstruía cidades arrasadas, a Argentina desfrutava de momentos de grande prosperidade. E o futebol refletia o quadro geral da nação. Forte, competitivo, rico e cheio de prestigio, poderia sem susto ser colocado entre os melhores do mundo. A geração de Moreno, Pedernera Lostau. Labruna, Perucca, Sastre, Di Stefano, Carrizo e tantos outros ainda hoje é lembrada como a melhor da história do futebol argentino. Apesar de tudo, os jogadores brasileiros desembarcaram em Buenos Ayres para disputar mais um sul-americano, e não estavam preocupados exatamente com a técnica e a categoria que eles viam nos argentinos. O receio era outro. Três meses antes, num jogo entre as duas seleções realizada no Rio de Janeiro, num lance casual entre Ademir e Batagliero, o zagueiro argentino teve sua perna fraturada. A medida que se aproximava a final do sul-americano de 1946, em Buenos Ayres, a imprensa argentina acusava os brasileiros de violentos, principalmente Zezé Procópio. Os jogadores ouviam nas ruas, nas raras vezes que saiam do estádio do River Plate onde estavam concentrados e passaram a encará-las com seriedade. Oficialmente, a Argentina tinha orgulho de receber os brasileiros e considerava o acidente do Rio de Janeiro como um episódio superado, apesar da derrota de 3x1. Para mostrar sua boa vontade, antes de começar o jogo o capitão Soloman ofereceu uma cesta de flores ao veterano Domingos da Guia, capitão brasileiro. Mesmo assim, antes de inicio da partida, sob os aplausos dos torcedores, Batagliero com a perna gessada, desfilou ao redor do campo numa encenação montada para intimidar os brasileiros. Quando a bola começou a rolar, entre os anfitriões, Fonda, Strembel e De La Mata, não poupavam as canelas de ninguém. Os visitantes não se intimidavam e Zezé Procópio e Chico, indiferentes aos clamores de muitos torcedores que pediam, em coro, suas cabeças, estavam longe de qualquer disposição de fugir do pau. Batiam também. Futebol que é bom não havia, e Jair da Rosa Pinto não se sentia muito a vontade. Gostava de um jogo mais sereno onde pudesse mostrar toda sua habilidade. O remédio era evitar as provocações, pois o negocio poderia acabar mal. Entretanto, aos 28 minutos do primeiro tempo, uma bola espirrada na intermediária sobrou entre Jair e Solomon. Por um instante, Jair hesitou, mas ao perceber que o zagueiro entrava de carrinho para ganhar a jogada de qualquer maneira, decidiu levantar a perna e virar o rosto num gesto de defesa. O choque foi inevitável com a perna de Solomon fraturada pela sola da chuteira de Jair. Foi o inicio de uma tarde de loucura e desespero. Com Salomon no chão, Fonda partiu para cima de Jair. Chico, de sangue quente, decidiu ajudar o companheiro e segurou Fonda pela camisa. Mas, nesse momento, Strembel o derrubou pelas costas. Dois, três, quatro outros argentinos se juntaram para massacrar Chico que estava sozinho e cercado pelos inimigos. O brasileiro era valente e sabia brigar. De repente, porém, surge uma carga de cavalaria. Chico pôs as duas mãos no rosto, por instinto de defesa, mas não conseguiu evitar que os golpes de sabre dos soldados o atingissem nas costas, nos ombros e nos braços. Sua sorte é que um árbitro careca, forte, grandão e corajoso, agente da Policia Especial do Rio de Janeiro, invadiu o campo e abriu caminho entre os cavalos, os soldados e os jogadores argentinos. Era Mário Vianna. Ele nunca soube como conseguiu carregar o Chico até o vestiários do Brasil. A tarde do desespero não terminou ali. Aproveitando-se da confusão, umas 500 pessoas pularam para o campo. A policia teve que atirar bombas de gás, mas só a muito custo elas saíram dali. No vestiário brasileiro ninguém queria voltar para do gramado. Entretanto, o chefe do policiamento no estádio procurou Luis Aranha, dirigente da seleção e declarou para quer todos ouvissem – “Não podemos nos responsabilizar pelas reações da torcida se sua equipe não voltar para o jogo imediatamente”. Luis Aranha ensaiou um protesto, mas acabou concordando. Lentamente a seleção voltou para o jogo. Chico não voltou, tinha sido expulso e estava muito machucado. Zizinho também não. Ademir entrou em seu lugar. No primeiro lance Ademir recebeu um soco. Evitando entrar nas divididas, os brasileiros deixaram os argentinos marcarem dois gols e se sagrarem campeões sul-americanos de 1946. O titulo conquistado fez a torcida comemorar e esquecer os brasileiros. Por dez anos, as duas seleções estiveram de relações cortadas. A Argentina não veio para o sul-americano de 1949 nem à Copa do Mundo de 1950. O Brasil somente voltou a Buenos Ayres em 1956. Este jogo foi realizado no dia 10 de fevereiro de 1946 no Estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Ayres. O juiz foi Nobel Valentini do Uruguai que expulsou Chico do Brasil e De La Mata da Argentina que venceu por 2x0 com gols de Mendez. Argentina jogou com Vacca. Salomon (Maranti). Sobrero, Fonda. Strambel (Ongaro), Pescia. De La Mata. Mendez. Pedernera. Labruba e Lostoau. O Brasil com Luiz Borracha. Domingos da Guia e Norival. Zézé Procópio. Danilo e Jayme (Rui). Tesourinha (Lima). Zizinho (Ademir). Heleno. Jair e Chico.

STF x STJ - Conflitos

QUARTA INSTÂNCIA
Supremo excede competência e cria conflito com STJ, diz ministro
Andréia Henriques - 30/08/2009 - 11h00

STF se transforma em 4ª instância ao rever decisões do STJ, diz Nilson Naves
O STF (Supremo Tribunal Federal) julga cada vez mais matérias infraconstitucionais e acaba criando um conflito com o STJ (Superior Tribunal de Justiça). O diagnóstico é do decano do tribunal, ministro Nilson Naves.

Leia mais: Midiatizado, Supremo não delibera e perde legitimidade, dizem especialistas
“Hoje existe uma espécie de conflito entre o Superior e o Supremo. Sobre o mesmo tema, a respeito de lei federal, tem-se posições diversas em cada tribunal. Então pergunta-se: qual das duas vale? Se o Supremo não é o tribunal que guarda a lei federal”, questiona o ministro, que atua no STJ desde sua criação, há 20 anos.
A Constituição Federal prevê que o Superior Tribunal tem competência para julgar questões decorrentes de eventual ofensa à lei federal. Já o Supremo deve resolver aquelas em que exista a suspeita de desrespeito à Constituição.
Para o ministro, a única forma de solucionar tal conflito seria a transformação do Supremo em uma corte exclusivamente constitucional, nesse aspecto, assemelhando-se ao chamado modelo europeu —em que um tribunal constitucional tem o monopólio de analisar ofensas aos princípios da Carta Maior.
No entanto, Naves constata que o STF está se afastando cada vez mais de tal proposta. “Eu sei que há um grande movimento no mundo jurídico para retomar essa idéia e fazer essa transformação”, sinaliza o ministro.
Nilson Naves anuncia uma peculiar situação que, na prática, já pode ser sentida não apenas no meio jurídico: o fato de que há, no Brasil, quatro graus de jurisdição, uma distorção ao sistema previsto na Constituição. Na teoria, a Justiça brasileira conta com três instâncias, sendo a terceira compartilhada pelo STJ e o STF, cada um com uma competência distinta. Na prática, porém, existem quatro instâncias, com o Supremo apreciando decisões do STJ.
O ministro lembra que isso ocorre principalmente com habeas corpus, mesmo que envolvam matéria infraconstitucional. “O melhor para o Judiciário é encurtar os passos do processo, que deve ter início, meio e fim o mais rápido possível. Se você aumenta um grau, aumenta os passos do processo”, analisa Naves.
Ele também lembra que tal situação acaba dando margem para o aumento do número de recursos.
As decisões de primeira e segunda instância, que podem ser revisadas diversas vezes e até serem dadas como “letra morta” devem, de acordo com o ministro, ser valorizadas. “Temos que entender que há inúmeras decisões de enorme valor tomadas em primeiro grau, tanto que, posteriormente, são simplesmente confirmadas segundo grau”, afirma.
“O melhor é prestigiar as decisões de primeiro e segundo grau, deixando a um tribunal como o Superior Tribunal, na matéria infraconstitucional, para se pronunciar a respeito de grandes questões, que tenham repercussão jurídica, e deixando o Supremo com a matéria eminentemente constitucional”, diz.
Mas o ministro ressalta outra realidade: hoje os processos sobem em enorme quantidade ao Superior Tribunal, sem tal distinção. “O melhor seria que tivéssemos uma jurisdição obrigatória e uma discricionária, para dizermos o que vamos ou não julgar, estabelecendo uma relevância jurídica da matéria.”

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Eu fiz, faço , mas voce também fez...

13/08/2009 - 17h00
Oposição diz que novos atos foram usados como "estratégia" para eximir culpa de Sarney

GABRIELA GUERREIRO da Folha Online, em Brasília










O povo... O politico...




A oposição classificou nesta quinta-feira de "estratégia" dos aliados do senador José Sarney (PMDB-AP) a divulgação de novos 468 atos secretos editados pela instituição entre os anos de 1998 e 1999. Como os novos atos são referentes ao período em que o ex-senador Antônio Carlos Magalhães presidia a Casa, senadores da oposição argumentam que o grupo pró-Sarney teria como objetivo mostrar que não apenas o atual presidente do Senado foi responsável por referendar atos sigilosos.




"Os atos secretos são muito graves. Por coincidência, esses seriam da lavra do senador Antônio Carlos Magalhães, que não está mais aqui para se defender. Me parece algo diversionista para mostrar que não apenas o senador Sarney editou os atos", afirmou o senador Arthur Virgílio (PSDB-AM).




O tucano disse acreditar no envolvimento direto do ex-diretor-geral do Senado Agaciel Maia na edição dos novos atos sigilosos, assim como de servidores ligados a Sarney. "Tem o dedo dele [Agaciel] e dos filhotes que ele criou aqui. São pessoas interessadas em manter o quadro como ele está no Senado", disse.
Aliado de Sarney, o senador Wellington Salgado (PMDB-MG) disse que o grupo não tem responsabilidade sobre os atos secretos --mas reiterou que todos os ex-presidentes estão envolvidos no caso. "Essa ética do Senado é praticada por todos. Em vez de um acusar o outro ou criar o clima ruim, o fato está ganhando pernas e perdendo a cabeça", disse.
Salgado ironizou Virgílio ao afirmar que, como o ex-senador ACM está morto, a oposição não poderá comprovar responsabilidades pela edição dos atos. "Só jogando búzios na Bahia para saber."
O primeiro-secretário do Senado, Heráclito Fortes (DEM-PI), classificou de "sabotagem" a inclusão de novos atos secretos nos boletins administrativos da Casa. Os atos foram incluídos este ano, em maio, apesar de serem referentes aos anos de 1998 e 1999. Além disso, os novos atos surgiram nos boletins administrativos depois que a comissão de sindicância do Senado havia concluído a primeira fase de investigações sobre as medidas publicadas sigilosamente.
"Eu não tenho nenhuma dúvida que se instalou aqui na Casa uma briga interna envolvendo, inclusive, funcionários. A minha dúvida é se os funcionários estão sendo usados ou se os funcionários são o agente dessa tentativa de desestabilizar o andamento normal desta Casa. É o que eu chamaria de fundamentalistas, que estão esperando a volta do Aiatolá algum dia", disse Heráclito.


Garçon, manda mais uma de muzzarella...


O presidente José Sarney (PMDB-AP) não vai pedir licença e não vai pedir renuncia. Os últimos acontecimentos no Senado mostram que a cada crise ele vai ficando mais forte com seus pares. Olhando para a história vemos que o único presidente do Senado que renunciou para não ser cassado foi Luiz Estevão. Isto porque ele corria o risco de ter o poder retirado pelos colegas já que, na ocasião, ainda estava fresco na memória o episódio do impeachment de Fernando Collor. Jader Barbalho, por exemplo, renunciou, em 2001, à presidência do Senado, mas não perdeu o mandato. Nas atuais circunstâncias, Sarney não renunciando ao comando da Casa não perde nem a presidência nem o mandato.
Hoje à tarde ele vai à tribuna na mesma hora em que o Conselho de Ética se reúne. Sarney vai dizer mais uma vez que todas as acusações são fruto de uma luta política e vai criticar a imprensa. A imprensa, na verdade, ao noticiar a crise no Senado mostra que a sociedade está cobrando mais rigor. Os políticos atribuem a uma luta política o que é, na verdade, uma reação da sociedade. Até as paredes sabem que o presidente do conselho, Paulo Duque (PMDB-RJ), vai arquivar as representações. O maior perigo para o presidente do Senado é a quebra de decoro. No Senado o regimento é o seguinte, pode muita coisa, mas mentir não. Quando ele disse que não tinha responsabilidade pela Fundação José Sarney e se provou o contrário, isso pode ser quebra de decoro.

Opinião de Cristiana Lôbo no G1 - Globo.com

sábado, 1 de agosto de 2009

Lula e Sarney - Desfecho?


Será esse o desfecho da "Irmandade" e da defesa sem limites ?
"O tempo é o senhor da razão!!!"
Aguardemos!

Será que a psiquiatria resolve?





Será que a psiquiatria resolve?


Por tudo aquilo que vem acontecendo já a algum tempo, pedimos que o presidente Lula agende uma consulta com algum bom psiquiatra ou uma ”Junta de Psiquiatras e Psicólogos” (posso indicar-lhe alguns excelentes), pois com grande dose de certeza, "Nosso Guia" sofre de algum distúrbio psiquico e mental...


Avaliando-se suas atitudes, ações, comentários e tomadas de decisões , evidencia-se que seu quadro clínico e que vem se agravando a cada dia, corresponde a desvios de comportamento, de conduta e de personalidade que fogem totalmente ao padrão do individuo sadio e normal.

Nosso presidente após consulta e exames que os médicos realizarão, deverão mostrar como diagnóstico, com grande margem de acerto, principalmente, os seguintes quadros psicóticos:
Dupla Personalidade, Transtorno Bipolar e Ciclotimia.

Para ficarmos sómente nos acima citados: Dupla Personalidade, Transtorno Bipolar e Ciclotimia, já se justificaria plenamente a sua total incapacidade de exercer qualquer cargo ou função , quer seja na atividade privada ou na administração pública. Pelas características das patologias, deveria estar afastado de suas funções e ser encaminhado a um tratamento rigoroso com métodos terapêuticos, com muito divã e principalmente com arsenal de drogas medicamentosas na tentativa de regularização, manutenção e/ou remissão desses sintomas. Talvez uma internação em algum manicômio seria o mais indicado!

Como cerca de metade dos eleitores brasileiros não votou em Vossa Excelencia nas ultimas eleições, portanto é presidente de sómente metade do Brasil (essa metade já sabia o que tinha pela frente!), a outra metade que votou e acreditou piamente no senhor e nos seus discursos e propósitos, hoje está em crise existencial e com grande dúvida... A pergunta que os seus eleitores, até alguns dos mais ferrenhos e radicais petistas fazem hoje, é:


-Eu votei num Lula, porém o Lula de hoje é um mosaico de personalidades das mais prejudiciais , perniciosas e espúrias de nossa vida política e também pública...Os Lulas de hoje, são um pouco de:

Sarney (rei do congresso e dono do Maranhão – um dos estados mais pobres e menos desenvolvidos do Brasil - também um grande empregador de parentes, só que quem paga seus salários é a gente!); um pouco de Renan (eminencia parda do PMDB e com muita força politica , pois sabe bem o que acontece (podres) com seus pares no Congresso e assim fica fácil manejá-los e chantageá-los); um pouco de Collor (Outro ciclotimico/maluco causador da maior espoliação financeira (a palavra exata é ROUBO!) que já se tem notícia na história do mundo (Bloqueio de cruzados no Plano Collor) além da baixaria onde mostrou seu lado negro de ranço e ódio nas eleições 1989 – caso Lurian ; um pouco de José Dirceu (terrorista e guerrilheiro – Mil Faces - Antonio Carlos Abadia deve ter feito suas cirurgias no mesmo cirurgião plástico!), um pouco de Genoino (Cabra da Peste e peste!) ; um pouco de Palloci (de médico pouco qualificado a um político muito dotado de inteligencia financeira encravado no governo Lula com grande poder de manipulação , que ficou milionário rápidamente – dono de vários imóveis e hospitais em Ribeirão Preto) ; um pouco de Marta (Relaxa e goza!); um pouco de Dilma (guerrilheira e terrorista – ótima para criar bons currículos - Lattes...), um pouco de Adhemar de Barros (que num de seus discursos, disse : -Nesse bolso nunca entrou dinheiro roubado! Alguém da platéia responde: - Tá de calça nova, né? Quem se lembra?); um pouco de Maluf ("Rouba , mas faz!" – "Estupra mas não mata!" – "Não tenho e nunca tive dinheiro em meu nome no exterior!", rsrsrsrsss – só dando risada, mesmo!); um pouco de Franklin Martins (também terrorista e guerrilheiro que faz seus discursos e cuida de sua imagem); um pouco de Delúbio Soares (ser caixa de campanha é um excelente negócio para pressionar, chantagear e mancomunar-se com escroques da pior espécie!); um pouco de Greenhald (faz parte da “turma” - ficar multimilionário rápidamente defendendo terroristas, assaltantes e guerrilheiros a receberem indenizações milionárias (Lula também recebeu seu quinhão e ainda recebe o bolsa ditadura!) e quem paga é a gente mesmo, o trouxa do povão!) ; um pouco de Gilberto Carvalho , onde os negócios -"trambiques" acontecem na sala ao lado, na calada da noite!; um pouco de Wellington Salgado - "o cabeleira" (vice do vice do aspone de p... nenhuma! Está lá, sem nunca ter sido!) ; um pouco de Febraban (com banqueiro ninguém mexe!); um pouco da FIESP (reclamam, reclamam, porém são um “bando de puxa-sacos” que ao invés de investirem em seus negócios, preferem investir na ciranda financeira criada pelo próprio governo com seus juros escorchantes-quanto pior, melhor!); um pouco do MST (uma cambada de oportunistas sem qualquer estruturação de moral , cívica e respeito à ordem e a Constituição, querendo angariar sómente benefícios próprios e avalizados pelo governo); um pouco de CUT e Centrais Sindicais (já foi muito mais!); um pouco de Hugo Chavez (Argh! Que mau gosto!), um pouco de Lugo ( rebaixando-se até para o Paraguai, é mole? - negociação vergonhosa com a energia de Itaipú - Alerta: Cuidado para não ficar de quatro com o Lugo, hein) ; um pouco de Evo Morales (logo, logo, visitará as plantações de coca na Bolívia, irá rastejar e ficar de quatro mais uma vez ao “nosso rico e poderoso vizinho” e pagar mais ainda pelo gás boliviano que o Brasil importa! – quem mais uma vez vai pagar essa conta???).

Ufa!!! Já estou cansado e ainda falta mais um montão de peças desse intrincado jogo de montar para definirmos e completarmos totalmente o perfil do Lula:
Lulinha e a Oi Telemar; Paulo Okamoto e o SEBRAE; os dólares na cueca; as mortes obscuras e não explicadas ainda do prefeito Toninho de Campinas e do prefeito Celso Daniel de Santo André; o TOP! TOP! no acidente da TAM , etc, etc, etc , que poderiam entrar aqui e tentar completar o PERFIL de nosso guia.

Resumindo:
O cidadão Lula que foi eleito presidente do Brasil, é um homem de várias faces e de múltiplos comportamentos, portanto não é exatamente aquele em que a outra metade dos eleitores votou!

Se não é mais aquele em quem votaram, resta sómente uma decisão:

Lula não é e não pode ser ou continuar a ser considerado Presidente do Brasil !